Uma ação judicial por morte indevida foi movida contra um centro de reabilitação em Ocala e entidades de gestão relacionadas, alegando exploração financeira, negligência e falta crônica de pessoal que impactaram a qualidade do cuidado prestado a uma mãe falecida.
A queixa foi apresentada em 24 de novembro pelo espólio de DJR, representado pela Executora de son Tort Jessica Ann Gahan. O processo nomeia como réus o Marion House Rehabilitation Center, a Southern Healthcare Management, LLC, e Christina Brancato (quanto ao Ocala Oaks Rehabilitation Center).
Segundo o processo, DJR residiu no Ocala Oaks Rehabilitation Center, localizado na 3930 E Silver Springs Blvd, de 27 de novembro de 2023 até sua alta em 24 de setembro de 2024.
Os advogados do espólio alegam que os réus falharam em agir de forma razoável ao fornecer cuidados para R, negligenciando em garantir que ela tivesse um ambiente seguro e fosse tratada com dignidade.
Eles acusam os réus de não monitorar e responder adequadamente às mudanças significativas na condição física de R, além de negligenciar em fornecer cuidados médicos apropriados. Alegam ainda que o médico responsável não foi notificado das mudanças significativas em sua condição e que a equipe da instalação falhou em desenvolver e implementar um plano de cuidados adequado.
A queixa também acusa os réus de exploração financeira, ao não utilizar de forma eficaz a renda ou os ativos de R, incluindo benefícios de invalidez e fundos do Medicare/Medicaid, para suprir as necessidades básicas de sua manutenção. Sugere que os réus receberam dinheiro que sabiam que privaria a instalação de recursos adequados para cuidar de R, resultando em perdas.
Os advogados também afirmam que a instalação operava com falta crônica de pessoal. Essa condição teria resultado na falha em atender às proporções mínimas de funcionários necessárias para cuidar adequadamente dos residentes, incluindo R.
“Os réus violaram seu dever para com Danna Jean R ao não treinar e supervisionar adequadamente os funcionários e ao não garantir que tais funcionários exercessem cuidados consistentes com os padrões profissionais vigentes”, diz a queixa.
O processo alega ainda que a falta de pessoal contribuiu diretamente para a incapacidade da instalação de fornecer cuidados básicos necessários e, como resultado, aumentou o risco de danos aos pacientes.
Como consequência direta das ações e negligências alegadas, o espólio afirma que R sofreu lesões corporais e dor e sofrimento.
R morreu em 14 de outubro de 2024, como resultado dos “atos e omissões negligentes” dos réus, segundo a queixa.
O espólio busca indenização em valor superior a US$ 50.000 e exigiu julgamento por júri.
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Fonte: ocala-news
